Será que é saudável essa sensação de onipresença que sentimos por estarmos conectados à tudo e à todos?
Quando estou trabalhando, eu gosto de conversar com as pessoas sem interrupções. Tenho o hábito de sentar no chão (longe do computador) para consultar #livros (sim, aqueles de papel) e pensar. Assim que resolvo problemas, crio soluções e tomo decisões.
Na vida social, adoro postar e conversar, mas odeio quando meus amigos me cobram que demoro para responder uma mensagem.
🟠 Afinal, eu não moro no #WhatsApp, no #Zoom e no #Teams – e com certeza, eles não moram em mim também.Conheço gente que foi adoecendo de #FOMO, até chegar no #burnout.Aprendi amar a encantadora #vida que tenho fora das telas, e me conectar com as pessoas de outras formas.
🟠 Procuro comunicar isso às pessoas com quem trabalho, meus amigos e familiares. Para que saibam que podem contar comigo mesmo quando não estou #online. Que as vezes podem me ligar, e é claro que respeito as exceções.
Entender que é mais importante estar conectada ao que importa do que “a tudo o tempo todo”, foi uma longa jornada. Deixo aqui na imagem algumas dicas que recebi e usei pelo caminho. E espero que o final de semana te sirva para essa reflexão.

Seguimos #naforçadafé
